sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Leia com atenção...

ASNO
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
E haja capim!

A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?
Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...
Moral da História:
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.


MECÂNICO E MÉDICO
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- "Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?"
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'
Conclusão:
"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS."



TRANQUILO
Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo?
O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranquilo.
  Moral da História:
"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".


PSIQUIATRA
O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 100,00 ele cortou os pés da cama...
Moral da História:
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES.

O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre
avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante.

E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores?
Mas o que é isso?
O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas.
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

– Eles ensinavam tudo isso?
Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios.
Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

– E como foi que eles desapareceram, vovô?

– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade.
O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito.
Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação.
Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados.
Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam
aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.
Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”.

Isso quando não ia os próprios pais gritar com os professores nas escolas.
Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais,
pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”.
O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos.
Viraram saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação
do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse.
“Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas.

E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular.
Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas.
Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais
ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados.
Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à
profissão.
Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor.
As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, oportunistas, espertos – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

O texto acima circula na internet desde 2009.
Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos.
Trata-se apenas de um opinião de um autor desconhecido.

O desastre se repete


Vazamento de petróleo na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, levanta dúvidas sobre a transparência da petroleira Chevron, causa prejuízos ainda incalculáveis e vira caso de polícia

  PREJUÍZO
A extensão do estrago na Bacia de Campos é incalculável

Ao longo da semana passada, a petroleira americana Chevron tentou, sem sucesso, fechar um derramamento de óleo na Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro. É o primeiro em alto-mar na costa brasileira, localizado justamente no principal polo produtor de petróleo do País, mesmo local onde estão as reservas do pré-sal. O vazamento começou no dia 10 de novembro e, diferentemente do que foi anunciado, pode ser gravíssimo. É possível que a quantidade de óleo derramado em Campos (leia quadro) chegue a quatro mil galões por dia. Depois de vistoriar o local no começo da semana, a Polícia Federal decidiu abrir inquérito sobre o caso. “Quanto à existência de crime, não tenho dúvida, mas preciso delimitar as responsabilidades”, revelou à ISTOÉ o delegado Fábio Scliar, da delegacia de Meio Ambiente da Polícia Federal. O problema, no entanto, está apenas começando e não é o primeiro da petroleira. Em caso de multa à empresa, a legislação brasileira prevê, para esses casos, valores entre R$ 7 milhões e R$ 50 milhões. Muito abaixo do valor estipulado pela Justiça do Equador, que multou a mesma empresa este ano em R$ 13 bilhões pela poluição com óleo em uma área de Floresta Amazônica.

O site de observação de imagens de satélite Skytruth, uma das primeiras entidades independentes a dimensionar o mega-acidente da British Petroleum (BP) – no Golfo do México, em 2010 –, publicou fotos, na última semana, obtidas por um satélite da Nasa que apontam para um derramamento dez vezes maior do que a estimativa dita pela Chevron, até agora de 330 barris por dia. E as previsões seguem pessimistas. Embora a empresa tenha iniciado o processo de fechamento do poço na quarta-feira 16, ainda não há previsão de quando cessará o derramamento de óleo, pois a fenda aberta durante a perfuração do poço chega a 300 metros de largura. “Um funcionário da Chevron, que não quis se identificar, foi enfático ao dizer que não há prazo para o fechamento da fenda aberta”, contou o delegado. O petróleo que vaza é do tipo pesado, e as perdas financeiras e ambientais ainda são incalculáveis. Para Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, o que se pode verificar já é uma queda nas ações da petroleira. “A Chevron teve perda de quase 5% de seu valor na bolsa de Nova York na quinta-feira 17”, explicou. A British Petroleum perdeu 21% de seu valor em seis meses depois da tragédia no Golfo do México, além do prejuízo de US$ 40,9 bilhões gerado pelo vazamento.

Em um dos primeiros comunicados sobre o ocorrido, a Chevron afirmou que a fissura estaria relacionada a uma rachadura no leito do oceano, o que significaria que a causa é um fenômeno natural. “Se fosse isso, como já se sabe que não é, o erro seria não ter feito um estudo de impacto ambiental. E, se ele foi feito, como é que o risco não foi previsto?”, indigna-se Leandra Gonçalves, coordenadora de clima e energia do Greenpeace. A petroleira já assumiu que o fato ocorreu durante uma perfuração. Outra inconsistência constatada pela PF é quanto à capacidade da Chevron para atuar no Brasil. “A sonda (equipamento utilizado para observar o local de perfuração) que eles tinham não consegue chegar à profundidade em que estavam explorando. Eu me pergunto se eles tinham autorização para perfurar naquela profundidade ou se estavam sem o equipamento necessário”, diz Scliar. A mancha de óleo no mar está localizada a cerca de 120 km da costa. Já o vazamento está situado a uma profundidade de 1,2 mil metros. A PF também constatou que apenas um navio estava fazendo o trabalho de limpeza da região, e não os 18 que a petroleira informou oficialmente.

Ainda é difícil saber as consequências do vazamento. O oceanógrafo David Zee, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e perito do caso, está preocupado. “É impossível medir o prejuízo porque continua vazando. Mas isso mostra que houve muito investimento na tecnologia de produção e pouco em precaução”, afirma Zee. O secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, pedirá mais rigor na exploração da região. “O Ibama vai multar pesado, mas estamos estudando juridicamente como agir na reparação.” Procurada pela reportagem de ISTOÉ, a Chevron comunicou-se por meio de uma nota evasiva e confusa. Nela, a empresa reafirmou informações anteriores e acrescentou que a “mancha na superfície do oceano é agora uma fração do tamanho original”. Sobre a fenda, disse que o vazamento resume-se a um “gotejamento”. Questionada pela reportagem de ISTOÉ sobre as contradições em relação às informações da PF, não deu resposta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mensagem do dia...

Substitua os pensamentos negativos pelos positivos.

Se você costuma fazer coisas imperfeitas, faça-as
perfeitas; se sempre deixa as tarefas para depois,
realize-as logo; se não usa as capacidades,

ponha-as em ação; se o trabalho lhe parece

inútil, veja-o fazedor de êxitos; se tem sido

fraco nas perdas, provas e dores, seja

forte a partir de agora.

Transforme-se.

Se até aqui fazia mal-acabado ou nada lhe merecia
atenção, mude para melhor, passe a fazer

bem-feito e a ser otimista.

Você pode pensar positivo.

Os pensamentos positivos são muito

mais fortes do que os negativos.